domingo, 27 de novembro de 2016

Perigos do Clonazepam e Diazepam para Hipotireoideanos


As benzodiazepinas são ansiolíticos também consumidos por muitos pacientes com hipotireoidismo. Para pacientes com problemas de tireoide é muito importante entender os efeitos colaterais e o impacto que estes remédios tem na disfunção da tireoide.

Os mais populares são o clonazepam e diazepam, como nomes comerciais Rivotril e Valium. Outros benzos conhecidos são o bromazepam (Lexotan) e o alprazolam (Frontal, Xanax).

Existe um elo cada vez mais comum entre o consumo prolongado destes remédios e o aparecimento ou agravamento de problemas da tireoide. Neste artigo vou partilhar informação importante sobre estes fármacos. Assim você tomar uma decisão informada antes de tomar estes remédios.


Aqui está um estudo sobre os efeitos destes remédios em pacientes com hipotireoidismo. Estes medicamentos têm um efeito gointrogênico, diminuem a resposta do TRH ao TSH, elevam o TSH, diminuem a resposta do TSH ao TRH interferindo no eixo HPT e diminuem os níveis de hormônio da tireoide circulante.

O mais importante para você se lembrar é que estes remédios são altamente viciantes e se quer deixar de tomar as doses devem ser diminuídas bem devagar.

Já foi dito que as benzodiazepinas são mais viciantes que a heroína e levam a vários problemas de saúde. Muitas vezes os efeitos colaterais não são identificados por médicos por que eles não recebem a informação certa das farmacêuticas que fabricam os medicamentos.
Efeitos Colaterais do Clonazepam e Diazepam

Muitos médicos confundem os efeitos colaterais dos benzodiazepínicos com o agravamento do distúrbio mental inicial (depressão, ansiedade, síndrome do pânico). Isto pode levar ao diagnóstico de doenças que você não tem. O que se segue é a prescrição de remédios e tratamentos desnecessários que podem causar mais complicações médicas e piorar a saúde.

Muitas mulheres já fizeram histerectomias desnecessárias (cirurgia para remover o útero) devido aos efeitos colaterais que as benzodiazepinas causam no sistema hormonal, o que interfere na menstruação. Isso é sabido desde 1961, mas poucos médicos conhecem a ligação entre os problemas de menstruação e estes remédios. Mais de 50 anos depois, ainda são feitas cirurgias desnecessárias.
Diagnóstico Errado de Sintomas Induzidos Por Benzodiazepínicos

O diagnóstico errado de sintomas causados pela utilização destes remédios podem levar à prescrição de mais remédios para problemas psiquiátricos que você pode não ter. Pode até levar a pacientes a ser internados em psiquiatrias.

Se você ler com atenção a bula destes remédios, vai saber que as benzodiazepinas são para uma utilização a de curto prazo – normalmente entre 4, 6 ou 8 semanas. Apesar disso os médicos renovam as receitas mês após mês, ano após ano.

Além dos efeitos colaterais a longo prazo, estes remédios podem aumentar muitos dos sintomas que você tentou medicar. Depois do corpo se adaptar, o mecanismo que acalma você naturalmente deixa de funcionar bem. Depois da exposição ao remédio os receptores neurais não conseguem captar GABA da mesma forma.

Quando você deixa de tomar o remédio, os receptores não se conseguem ligar ao GABA para iniciar ligações neurais suficientes. Os receptores GABA ficam regulados para baixo e não estão sensíveis o suficiente para um funcionamento normal.

Estes são os sintomas que podem piorar após a utilização a longo prazo de clonazepam ou diazepam:
Síndrome das pernas inquietas
Insônia
Ansiedade
Câimbras musculares
Vários outros sintomas para os quais as drogas são recomendadas ficam piores depois da utilização a longo prazo.

Estes remédios funcionam bem no início, mas com o passar do tempo pioram os sintomas que prometem eliminar. Você pode notar mais sintomas que tinha inicialmente. Se você toma os remédios para a ansiedade, a ansiedade pode aumentar quando você ganha tolerância ao remédio. Ao ganhar tolerância, pode começar a sentir sintomas de retirada entre as dosagens.

São sintomas similares aos iniciais, por isso você pode pensar que o seu problema está a ficar pior. A reação mais comum é aumentar a dose, tornando o problema cada vez mais grave.

Inicialmente estes remédios funcionam e parecem milagrosos. Você pensa que encontrou uma pílula mágica que faz desaparecer todos os seus problemas. O problema vem depois.
Como Deixar de Tomar Clonazepam e Diazepam

A primeira coisa que você precisa saber sobre a descontinuação de clonazepam ou diazepam é o seguinte:

Se você quer deixar de tomar estes remédios, deve diminuir a dosagem muito lentamente. Provavelmente mais devagar do que o seu médico recomendou.

Parar de tomar estes remédios de uma vez pode levar a problemas e sintomas graves, incluindo ataques epilépticos. Para mais informações consulte o seu médico.
Qual a Sua Experiência com o Rivotril?

Qual a sua opinião? Por favor deixe um comentário com a sua experiência a tomar e a deixar o Rivotril ou outras benzodiazepinas.
http://hipotireoidismo.net/

Brasil é o Maior Consumidor de Rivotril do Mundo




Saiba como um calmante tarja preta tem sido usado para aplacar os sentimentos ruins de jovens, trabalhadores e donas de casa

Todo mundo tem um refúgio a que costuma recorrer para aliviar o peso dos problemas. Pode ser um lugar tranquilo, talvez a praia. O pensamento em uma pessoa querida. Uma extravagância, como compras ou aquele prato proibido pelo médico. Ou pode ser o armarinho de remédios de casa. O Brasil é o maior consumidor do mundo em volume de clonazepam, o princípio ativo do Rivotril. Serão 2,1 toneladas em 2010, o que coloca o Rivotril no topo das paradas farmacêuticas daqui. É o 2º remédio mais vendido no país, à frente de nomes como Hipoglós e Buscopan Composto – em 2004, era o 4º da lista.



Na farmácia não se encontra produto descrito como “paz em drágeas” ou “xarope de paz”. Mas muita gente acha que é isso o que deveria dizer o rótulo do Rivotril, um ansiolítico (ou, popularmente, um calmante).

Rivotril é prescrito por psiquiatras a pacientes em crise de ansiedade – nos casos em que o sofrimento tenha causa bem definida. Mas tem sido usado pelos brasileiros como elixir contra as pressões banais do dia a dia: insônia, prazos, conflitos em relacionamentos. Um arqui-inimigo dos dilemas do mundo moderno.

Tanto que o Brasil é o maior consumidor do mundo em volume de clonazepam, o princípio ativo do remédio. Serão 2,1 toneladas em 2010, o que coloca o Rivotril no topo das paradas farmacêuticas daqui. É o 2º remédio mais vendido no país, à frente de nomes como Hipoglós e Buscopan Composto – em 2004, era o 4º da lista.

Só perde agora para o Microvlar, anticoncepcional com consumo atrelado à distribuição pelo governo via Sistema Único de Saúde (SUS).

E olhe que o Rivotril é um remédio tarja preta.

Só pode ser comprado na farmácia com a receita do médico em mãos. “A maior parte das vendas desse medicamento acontece via prescrição. Mas muitos conseguem o remédio com receita em nome de outros pacientes ou até pela internet“, afirma Elisardo Carlini, diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, da Unifesp. Em alguns casos, até há a prescrição – mas de um médico não especialista, segundo Alexandre Saadeh, professor do Instituto de Psiquiatria da USP. “Ginecologistas costumam prescrever Rivotril para pacientes que sofrem fortes crises de TPM“, diz. Até porque poucos brasileiros vão ao psiquiatra, de acordo com a Roche, laboratório responsável pelo Rivotril. “Grande parte dos brasileiros tem dificuldade de acesso a psiquiatras, e isso está relacionado à prescrição do Rivotril por médicos não especialistas“, afirma Maurício Lima, diretor-médico da Roche.

Foi assim, por via não ortodoxa, que a popularidade do Rivotril cresceu. Não é difícil ouvir donas de casa recomendando o remédio a uma amiga que tem tido problemas para dormir. “Quem nunca ouviu que uma tia ou uma vizinha toma Rivotril há 20 anos e só dorme com isso?“, pergunta o professor de psiquiatria do curso de medicina da PUC de São Paulo, Carlos Hubner. Ou achar relatos do tipo “Rivotril é meu melhor amigo” no Orkut e no Facebook. Nessas histórias, o Rivotril aparece sempre como um freio para sentimentos como medo, rejeição, angústia, tristeza e ansiedade.

“Houve Big Brother em que eu estava com muita ansiedade e usava Rivotril para entrar no ar“, disse Pedro Bial em entrevista à revista Playboy. O remédio tem sido usado até para cortar o efeito de outras drogas, segundo o psiquiatra André Gustavo Silva Costa, especialista em tratamento de dependentes químicos. “Jovens têm tomado o Rivotril para cortar o efeito de drogas como cocaína. Eles querem dormir bem para conseguir trabalhar no dia seguinte“, diz.
O que é que o Rivotril tem?

Mas que mágica é essa? Quando somos pressionados, algumas áreas do cérebro passam a trabalhar mais. Vem a ansiedade. O Rivotril age estimulando justamente os mecanismos que equilibram esse estado de tensão – inibindo o que estava funcionando demais. A pessoa passa a responder menos aos estímulos externos. Fica tranquila. Ainda que o bicho esteja pegando no trabalho, o casamento indo de mal a pior e as contas se acumulando na porta. É essa sensação de paz que atrai tanta gente. Afinal, a ansiedade traz muito incômodo: suor, calafrios, insônia, taquicardia… “Muitas vezes o sofrimento se torna insuportável. O remédio é valioso quando o paciente piora“, diz Silva Costa. Para a carioca Bruna Paixão, de 32 anos, funcionou. “Um dia tomei uma bronca do meu chefe e fiquei péssima. Só pensava nisso. Aí resolvi tomar Rivotril para dormir. Tinha uma caixa em casa, dada por um amigo médico. Assisti um pouco de TV, conversei com um amigo no telefone e fui ficando bem“, diz.

Justamente por trazer essa calma toda, o Rivotril não é recomendado a qualquer um. Seu consumo por profissionais que têm de se manter ágeis e em estado de alerta – como pilotos de avião e operadores de máquinas, por exemplo – é desaconselhado por médicos. “O Rivotril dá a falsa impressão de que a pessoa produz mais, mas a verdade é que o remédio só deixa mais calmo“, diz José Carlos Galduroz, psiquiatra da Unifesp.


Não é só com o Rivotril que isso acontece. Os calmantes da família dele – os chamados benzodiazepínicos – têm o mesmo papel. São remédios como Lexotan, Diazepam e Lorax. Em parte, o Rivotril ficou famoso ao pegar carona na onda dos “benzo”.

Eles surgiram na década de 1950, e logo viraram os substitutos para os barbitúricos, como o Gardenal. Os barbitúricos têm indicação semelhante à dos benzo. Mas são mais perigosos: a linha entre a dosagem indicada para o tratamento e aquela considerada tóxica é muito tênue. A mais famosa vítima dos excessos de barbitúricos foi Marylin Monroe (embora haja dúvidas sobre o envenenamento acidental da atriz). Quando surgiram os benzodiazepínicos, o mundo achou um combate mais seguro à ansiedade. “Uma overdose de remédios como o Rivotril é praticamente impossível”, diz Saadeh, da USP.

É verdade, o Rivotril tem berço, vem de uma família benquista pelos médicos. Isso já garante uma popularidade. Mas ele tem uma vantagem extra em relação aos parentes. Seu tempo de ação é de, em média, 18 horas no organismo, entre o início do relaxamento, o pico do efeito e a saída do corpo. É o que os médicos chamam de meia-vida. “A meia-vida do Rivotril é uma das mais confortáveis para o paciente, porque fica no meio-termo em relação aos outros remédios para a ansiedade e facilita a adaptação”, diz Saadeh. Na prática, esse meio-termo significa que o efeito do Rivotril não termina nem cedo demais – o que poderia fazer o paciente acordar de uma noite de sono já ansioso – nem tarde demais – o que não prolonga a sedação por um período maior que o desejado.



No Brasil, o Rivotril tem ainda outra vantagem importante. Repare: somos os maiores consumidores mundiais do remédio, mas estamos apenas na 51ª colocação na lista global de consumo de benzodiazepínicos. Ou seja: o mundo consome muitos benzo, nós consumimos muito Rivotril. Por quê? Por causa do preço. Uma caixa de Rivotril com 30 comprimidos (considerando a versão de 0,5 miligrama) custa em torno de R$ 8. O principal concorrente, o Frontal, da Pfizer, custa cerca de R$ 29.

Tudo isso faz o pessoal se esquecer da tarja preta do remédio. Mas ela está lá por um motivo, é claro. E esse motivo é o risco de dependência.


De acordo com a Anvisa, 41.032 farmácias têm autorização para comercializar medicamentos controlados no País.
Os medicamentos, conhecidos como “tarja preta”, são indicados para tratamento de ansiedade, depressão, pânico, insônia e bipolaridade e só têm autorização para serem vendidos com receita médica em farmácias autorizadas pela Anvisa, mas é fácil encontrá-los à venda livremente na internet.
http://www.odiario.com/geral/noticia/534…a-no-pais/
O risco é o mesmo visto em outros benzodiazepínicos. São dois, aliás. O de dependência química e o de dependência psicológica. Na química, o processo é parecido com o gerado por drogas como álcool e cocaína. O uso prolongado torna o cérebro dependente daquela substância para funcionar corretamente. A outra dependência é a psicológica. A pessoa até para de tomar o remédio, mas mantém uma caixa sempre no bolso como precaução.
“Cerca de 80% das pessoas que usam benzodiazepínicos ficam dependentes em 2 ou 3 meses de uso“, diz Anthony Wong, diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas, de São Paulo. “E a maioria tem sídrome de abstinência se o remédio for tirado de uma hora para outra.”

Em casos mais graves, a abstinência pode levar o paciente a uma internação. A pessoa pode ver, ouvir e sentir coisas que não existem, apresentar delírios (como ser perseguida por extraterrestres), agitação, depressão, apatia, entre outros sintomas. E para cortar a dependência? “O paciente precisa querer parar.

Há drogas que tratam os sintomas da abstinência em no máximo 4 semanas”, afirma Carlo Hubner, da PUC. Livrar-se do Rivotril é duro porque é preciso enfrentar todos os fantasmas de que o paciente queria se livrar quando buscou o remédio. Afinal, o remédio só esconde os problemas. Eles continuarão lá, à espera de solução. O verdadeiro adeus é o momento em que se aprende a lidar com a ansiedade. Sozinho. Ou talvez com uma passadinha rápida na praia. Pensando no namorado. Ou com a ajuda daquela lasanha (bem gorda).

terça-feira, 22 de novembro de 2016

A Importância da Testosterona



O início da queda hormonal masculina já acontece em média aos 30 anos de idade. Nesta idade já é clinicamente evidente a mudança nos níveis de testosterona.

A testosterona, apesar de estar relacionada somente à parte sexual, na realidade exerce mais de 200 funções anabólicas e de reparo, sendo que apenas uma dessas funções diz respeito ao apetite ou desempenho sexual.

Isso quer dizer que mesmo que não haja sintomas perceptíveis em termos sexuais, é absolutamente fundamental que sejam medidos os níveis hormonais masculinos o quanto antes, para se monitorar declínios que ocorrerão e otimizar seu equilíbrio que é essencial ao homem.

Lamentavelmente quando o homem sente que está realmente com alteração e diminuição do desempenho sexual, ele já está na evolução relativamente avançada de sua deficiência hormonal. Aquilo que ele pensa que é o início de seu problema, na realidade é um dos últimos acontecimentos de toda evolução da diminuição de testosterona.

Com a queda da produção de testosterona, outras alterações metabólicas começam a ser perceptíveis:
Aumento da gordura corporal
Diminuição do bem estar
Queda no desempenho sexual
Maior risco de reação inflamatória corporal
Maior risco de doença vascular cardíaca
O declínio cognitivo limita a capacidade de raciocínio lógico, memória, entre outros
Aumento da predisposição à obesidade visceral (gordura intra-abdominal que é muito perigosa para risco de infarto)
Diminuição da massa muscular)
Suscetibilidade à depressão
Aumento da perda óssea
Disfunção Erétil

Na hora em que os sintomas começam a incomodar de verdade, falta uma associação à testosterona. A ideia que predomina é que “são coisas naturais do envelhecimento” e então se perdem oportunidades de ter estes sintomas resolvidos através da modulação com hormônios base e existe o risco de passar o resto da vida procurando drogas que possam apenas suprimir os sintomas, sem resolver a causa.

Por força dos maus hábitos alimentares e das características da vida moderna, as quedas hormonais atualmente estão iniciando cada vez mais cedo e junto com isto, as doenças também. Recebo diariamente homens jovens e já com níveis de testosterona drasticamente diminuídos, com reflexos visíveis.
A modulação utilizando hormônio base ajuda a melhorar os sintomas de aumento de peso, ansiedade, fraqueza muscular, depressão e a tão temida e cada vez mais comum diminuição da libido.

O tema é realmente uma “novidade”, tão somente pela falta de conhecimento dos médicos sobre o assunto e consequentemente da população, na medida em que a informação não chega à mesma de fato. Uma pena, pois milhões de homens poderiam estar se beneficiando e ganhando saúde, qualidade e tempo de vida.

Mas a falta de informação não é exclusividade dos brasileiros, já que a cada 1 milhão de homens americanos com níveis baixos de testosterona, somente 100 mil estão em tratamento e somente 7% sabe que existe um tratamento para esta diminuição através da modulação hormonal que realmente consegue atenuar os efeitos da baixa hormonal.

A mulher tem um biomarcador para sua queda hormonal, que é a cessação da menstruação. No caso masculino, não há biomarcador, e isso leva muitos homens a achar que a única e exclusiva possibilidade seja tratar de seus sintomas, sem identificar e tratar a causa real.

Outra dificuldade está na velocidade, enquanto as mulheres têm uma queda abrupta de seus níveis hormonais sexuais, os homens têm seu declínio iniciado em 10 a 15 anos antes da percepção laboratorial diagnosticada tradicionalmente. Estes homens infelizmente são levados a ter que aceitar que são coisas normais da idade, que envelheceram e portanto devem aceitar que estão condenados a viver diversas alterações.

Sobre o câncer de próstata, que sempre foi relacionado à testosterona, mesmo que paradoxalmente se apresente quase sempre na terceira idade, quando o homem já teve uma diminuição absoluta de seus níveis corporais, hoje tem já comprovação científica de que está associado à níveis baixos de testosterona e altos de estrogênios nos homens.

É mais do que óbvio realmente, pois qual o motivo pelo qual o jovem que tem seus níveis altíssimos de testosterona não sofrerem de alterações prostáticas, ao passo que o idoso já com níveis extremamente baixos é que sejam normalmente afetados?

Pra explicar, início pelos 2 estudos em que Dr. Morgentaler, professor da Universidade de Harvard chamou a atenção da comunidade médica científica para as falhas dos estudos antigos sobre o assunto, demonstrando que a conclusão de que testosterona gera o câncer de próstata havia sido baseada em um total de 1 (um) paciente.

É isto mesmo, você leu corretamente, o estudo do Dr. Charles Brenton Huggins que criou todo este paradigma de que testosterona causa câncer de próstata no passado foi baseado em experiências com animais (cães) e posteriormente com 1 só paciente já com câncer de próstata metastático e sem evidência clínica nenhuma para os padrões exigidos na atualidade!

De acordo com Marks, não existe, até o momento, dados que demonstrem que a terapia de reposição de testosterona ou níveis séricos endógenos de testosterona mais elevados tenham influência na etiologia do câncer de próstata.

Roddam acompanhou 3 mil homens com câncer de próstata e mais de 6 mil sem e não encontrou nenhuma relação entre o câncer de próstata e os hormônios estudados que incluíam testosterona total, testosterona livre e outros andrógenos.

Um estudo publicado pelo grupo da Cleveland Clinic mostrou que tumores de próstata de alto grau (escore de gleason 4 e 5) eram 2,4 vezes mais frequentemente observados em homens com níveis mais baixos de testosterona.

Resumindo outras dezenas de estudos que poderia estar aqui citando a vocês nas palavras do Dr. Morgentaler, importante professor da Universidade de Harvard:

1) Baixo nível de testosterona não protege contra câncer de próstata, na verdade pode aumentar!
2) Alto nível de testosterona não aumenta risco de câncer de próstata!
3) Tratamento com testosterona não aumenta o risco do câncer de próstata, mesmo entre homens que já têm alto risco para isso (PIN- Prostate Intraepithelial Neoplasia)
4) Pacientes que têm câncer de próstata metastático e em que foram administrados terapia para baixar nível de testosterona (agonistas LHRH e/ou estrogênio) iniciando tratamento com testosterona pode aumentar o risco.

Atualmente, não é mais aceitável a alegação médica de que hormônios dão câncer. Com todas as evidências científicas mostrando a importância da testosterona, esta ideia tornou-se obsoleta, mas não se espante caso encontrar algum médico que ainda defende as ideias antigas, alguns continuam desconhecendo cegamente a necessidade de atualização dos conceitos.

Médicos têm a obrigação de se manter atualizados sobre o assunto que opinam, pois a opinião de um único médico pode prejudicar famílias inteiras! Muita coisa ainda está para vir, na mídia e nas pesquisas, e sempre vai ter alguém pra dizer que existem riscos de câncer, portanto é escolha pessoal, escolha seu médico de acordo com a sua crença, mas o importante é investigar e tentar aproximar as sensações para o mais normal que possam ficar. Procure o médico e faça o tratamento, pois a reposição de testosterona melhora o organismo como um todo.

Dr. Victor Sorrentino

Referências bibliográficas:
Morgentaler, A; Bruning, Co III; Dewolf, WC. 1996. Incidence of occult prostate câncer among men with low total or free sérum testosterone. Journal of the American Medical Association 276; 1904-6
Rhoden, EL; Morgentaler, A. 2004. RIsks of testosterone-replacement therapy and recommendations for monitoring. New England Journal of Medicine 350:482-92
Marks,LS; Mazer, NA; et al. 2006. Effect of testosterone replacement therapy on prostate tissue in men with late-onset hypogonadism; A randomized controlled trial. Journal of the American Association 296:2351-61
Lane, BR et Al. Low testosterone and risk of biochemical recurrence and poorly differentiated prostate câncer at radical prostatectomy. Urology 2008;72:1240-5
Shores, MM. Et al.2006. Low sérum testosterone and mortality in male veterans. Archives of internal medicine 166:1660-65. & Shores, MM. Et al. 2004. Low testosterone is associated with decreased function and increased mortality risk: A preliminary study of men geriatric rehabilitation unit. Journal of the American Geriatric Society 52:2077-81
Roddam, AW et al. 2008. Endogenous sex hormones and prostate câncer: A collaborative analysis of 18 prospective studies. Journal of National Cancer Institute 100:170-83
http://www.drvictorsorrentino.com.br/2016/10/

HIPOTIREOIDISMO: Investigação e Diagnóstico



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Geralmente encontramos opiniões que relacionam o hipotireoidismo apenas com o ganho de peso e a maior dificuldade no emagrecimento, entretanto hoje podemos dizer que a questão é bem mais ampla.

Atualmente podemos citar muitos possíveis sinais e sintomas do hipotireoidismo como:
Obesidade
Hipotensão
Infertilidade
Hipotermia
Ressecamento da pele
Queda de cabelos
Voz rouca
Ansiedade
Hiporreflexia
Letargia
Falta de concentração
Depressão
Agitação
Insônia
Fadiga
Constipação, e até a cefaleia.



O grande problema é o diagnóstico. Na maioria das vezes, não é realizado e, quando feito, cerca de 50 a 60% dos pacientes com hipotireoidismo tratados somente com T4 (Levotiroxina) infelizmente não respondem corretamente.


Somente uma investigação intensa pode levar a um diagnóstico real

Por que? Pois a tireoide é uma glândula extremamente complexa, onde são necessários diversos nutrientes específicos para que sua produção consiga ser eficaz. Pois digo que podemos considerar semelhante uma situação onde existe uma fábrica de automóveis com problema na produção, e a única preocupação do dono continua sendo somente produzir mais carros, sem buscar melhorar a própria fábrica!



Além disto, o hormônio ativo da tireoide, o qual denominado T3, necessita ser além de produzido, principalmente convertido, ou seja, através da tireoide e através de uma operação metabólica onde o hormônio T4 se transforma em T3. E para tal, uma verdadeira orquestra de micronutrientes deve estar preparada. Mas nem mesmo assim, parte das pessoas conseguem de fato realizar esta conversão fundamental.



O grande problema é que este hormônio não existe, pronto, para ser comprado em farmácias no Brasil. Portanto note que se não solicitarmos exames para verificar estes outros micronutrientes essenciais ao bom funcionamento da Tireoide e à produção do T3, tais como níveis de Selênio, Iodo, Zinco e do próprio T3, seus índices podem permanecer baixos.



E o alerta é que este hormônio fundamental, tão essencial, é o único hormônio do corpo que todo e qualquer sistema e célula tem receptor, além da Vitamina D3, também considerada um hormônio. Isto quer dizer que o hormônio deve ser medido sempre? Aí entramos em um campo polêmico, onde não existe consenso. O fato é que muitos casos necessitam, outros não.



O T3 é o hormônio tireoidiano mais potente, deste modo, segundo estudos, pode ser necessário incluí-lo no tratamento de reposição de pacientes. Pode ser necessário também a presença de selênio, zinco, cobre, iodo, Vitaminas A, C, B2, B3, B6, Vitamina D3, para o perfeito funcionamento tireoidiano.



Existem ainda as deficiências hormonais que dificultam a conversão de T4 em T3 e devem ser verificadas, pois hormônios como GH, Melatonina, Testosterona, Progesterona e Cortisol têm grande influência sobre a glândula tireoide. Principalmente nos casos das mulheres usuárias das terríveis pílulas anticoncepcionais.


A clínica é soberana, devemos ouvir mais o paciente e confiar menos em somente números de “normalidade” em exames baseados em medidas estatísticas. Cada investigação, assim como cada pessoa, cada organismo, é único, e no momento em que a proposta é investigar, investigue a fundo, esgote as possibilidades, assim as chances de sucesso são maiores.



Dr. Victor Sorrentino

O Mito do Colágeno




“Modismo” e saúde definitivamente não combinam

Muitas foram as modas de novas “poções” milagrosas, medicamentos mágicos e tratamentos maravilhosos para melhorar tudo que se pode imaginar. E a pergunta permanece: quantos destes realmente provaram realizar aquilo que prometiam? E esta “onda” não vai parar nunca, mas continuará a enganar milhares de pessoas ávidas por soluções práticas e fáceis para quase tudo!

Bom, mas como é papel do profissional de saúde ir atrás das informações reais a cerca daquilo que se promete, cá estou eu novamente buscando desvendar algo que já ouço há tempos e que cada vez mais atrai (e trai) as pessoas: os supostos benefícios do colágeno. Sua popularidade tem evoluído ao longo das últimas quatro décadas, começando com injeções na década de 1970, então cremes e loções, e pílulas, bebidas e alimentos na última década.

Entretanto, infelizmente tudo isso tem muito pouca, ou nenhuma consistência científica; não porque o colágeno não tem valor, mas porque a maioria dos produtos não podem replicá-lo.
Como funciona nosso sistema digestivo?

Vamos primeiramente iniciar por com uma aula básica, primária e prática de fisiologia do trato digestório e automaticamente você já será capaz de compreender esta questão, bem como uma série de outras.

É importante que vocês saibam, que quando ingerimos um alimento, ele inicia seu processo digestivo já na boca, através de enzimas, posteriormente este alimento desce em direção ao esôfago estômago e intestino. No estômago é que ocorre uma das fases primordiais deste mecanismo, pois os ácidos farão com que o alimento se torne absorvível.

As proteínas são um grupo de macronutrientes caracterizados por sua constituição bioquímica de um ou mais polipeptídeos. Para deixar bem simples e resumido de modo que você consiga entender, é fundamental que você compreenda uma coisa: toda proteína é formada, estruturalmente, por uma seqüência de Aminoácidos. Da mesma forma que toda feijoada é formada por feijão e complementos, ou seja, não há proteínas sem aminoácidos e não feijoada sem feijão.

Entretanto todo processo digestório trabalha no sentido de digerir, quebrar os alimentos em estruturas que possam ser absorvidas e, no caso das proteínas, ela precisa ser quebrada em aminoácidos, pois são estas estruturas que são reconhecidas e absorvidas pela parte do intestino responsável por esta seleção.

Você provavelmente já ouviu pessoas dizendo isso durante um bate papo: “Coma mais gelatina, pés de porco e pés de galinha, barbatanas de alguns peixes, pois são ricos em colágeno e vai fazer sua pele ficar melhor e mais jovem”. O problema é realmente gostar de comer estas “coisas”, não é mesmo? Aí entra a indústria alimentícia “dos sonhos”, que cria uma série de sucos, alimentos e suplementos oferecendo concentrações importantes do Colágeno de maneira simples, mágica, prática.

Mas antes de começar a esbanjar dinheiro em suplementos de colágeno caros ou, pior, colocar sua saúde em risco com uma maior ingestão de elementos químicos de todos os tipos contidos nestes suplementos, é importante compreender o que está por trás desta questão e saber se vale ou não a pena adquirir, o custo benefício.
O que é Colágeno?

O colágeno é a principal proteína estrutural encontrada nos tecidos conjuntivos de animais e está presente em locais tais como a pele, tendões e ossos. A pele em particular, acredita-se que atribui qualidades de elasticidade e força.

Derivado da palavra grega para cola, Kolla, que detém os tecidos conjuntivos em conjunto e é o principal componente da pele, dos tecidos conjuntivos, cartilagens, ligamentos, tendões e ossos. Essencial para manter o corpo saudável, o colágeno vem em 29 tipos diferentes e constitui de 20 a 30 por cento das proteínas no corpo. Ele também é necessário para criar o “andaime” no qual as células são colocadas, por isso é vital para o desenvolvimento de órgãos.

O colágeno é efetivamente composto por três cadeias, enroladas em conjunto de uma tripla hélice apertada. A sequência repetida de três aminoácidos formam esta estrutura resistente. Cada terceiro aminoácido é a glicina, um aminoácido pequeno que se encaixa perfeitamente no interior da hélice. Muitas das restantes posições da cadeia são preenchidas por dois aminoácidos inesperados: a prolina e uma versão modificada da prolina, hidroxiprolina. Não seria de esperar para ser prolina presente comum, porque forma uma dobra na cadeia de polipéptido que é difícil acomodarem proteínas globulares típicos.

Hidroxiprolina, que é crítica para a estabilidade do colágeno, é criada modificando aminoácidos prolina normais e após esta etapa, a cadeia de colágeno é construída. A reação requer a vitamina C para auxiliar na adição de oxigênio. Infelizmente, não podemos produzir a vitamina C dentro de nossos corpos, e se nós não recebermos o suficiente em nossa dieta, os resultados podem ser desastrosos. A deficiência de vitamina C diminui a produção de hidroxiprolina e para a construção de um novo colágeno, causando finalmente escorbuto.

Sendo assim, comer aquela carne de peixe com limão, é uma excelente forma de entregar todo substrato que seu corpo necessita para a formação de colágeno.
Envelhecimento e Desgaste

Colágeno tem desgaste ao longo do tempo tem de ser substituído. Este desgaste é acelerado por radicais livres – subprodutos tóxicos das células quebrando por causa da má alimentação, exposição ao sol em excesso, poluição, tabagismo, uso de álcool, estresse e envelhecimento com seu declínio hormonal próprio. A medida que envelhecemos, a capacidade da pele para substituir o colágeno danificado diminui, de modo que o colágeno se concentra com menor qualidade e qualidade ao longo do tempo.

A falta de aminoácidos, vitaminas, minerais e antioxidantes, todos absolutamente necessários para formar o colágeno, também afetam a sua produção por vezes ainda na juventude da pessoa.

Algumas condições genéticas podem causar produção seja insuficiente ou defeituoso, o que poderia levar ao coração, dos olhos e problemas do esqueleto. Estes incluem a Síndrome de Ehlers-Danlos, resultando em pele de papel fino, síndrome de Marfan, fazendo com que os pacientes tenham pernas longas e dedos, e osteogênese imperfeita ou doença dos ossos frágeis.
Suplementos Orais

É preciso ter uma alimentação adequada para os blocos de construção de proteínas. Caso contrário, não há matéria-prima para a pele para a fabricação de colágeno. Entretanto, comer colágeno não se traduz em mais colágeno na pele.

O colágeno diretamente isolado, ou adicionado a alimentos, bebidas e pílulas são digeridas em aminoácidos, absorvidos pelas células no intestino delgado e utilizados para produzir proteínas quaisquer conforme as necessidades do corpo. Estes aminoácidos são utilizados para criar diversos tipos de proteínas humanas, inclusive o colágeno, se assim for a necessidade e estímulo de seu próprio corpo, ou seja, o que vale é o estímulo de seu corpo, e não o que você deseja e imagina que acontecerá.
Gelatina

O colágeno derivado a partir de animais como gado é um ingrediente familiar para cozinhar, a famosa a gelatina. A maioria das proteínas, quando o colágeno é aquecido, perde toda a sua estrutura. Então, quando essa massa desnaturada de cadeias emaranhadas esfria, ele absorve toda a água circundante como uma esponja, formando gelatina.
Cremes e Produtos Cosméticos

Parece lógico que a aplicação de colágeno para a pele ajudaria a níveis de suplementos, mas isso mais do que sonho, chega a ser absurdo em termos de ciência médica. As moléculas de colágeno em produtos de cuidados da pele são simplesmente demasiadamente grandes para serem absorvidas pela pele. A maioria apenas são aplicadas sobre a pele, não conseguem ser absorvidas e não provocam absolutamente nada em termos de ajudar a reprodução do colágeno profundo no tecido corporal.
O que funciona de Fato?

Como escrevi anteriormente, o que você pode fazer é manter seus níveis hormonais equilibrados e otimizados, evitar toxinas como tabaco, álcool, refrigerantes, carboidratos de má qualidade, gorduras Trans, Glúten, Caseína, Lactose, acúcares e adoçantes como aspartame e sucralose, poluição e estresse. Fácil né? Bom, nem 8, nem 80, você tem que saber que parte destas tarefas são factíveis, outra nem tanto, portanto vivemos na era da suplementação. Já que temos hoje possibilidade de ter acesso à manipulação individual de antioxidantes, minerais, proteínas, vitaminas e hormônios bioidênticos, se você fizer a sua parte ao máximo que for possível e contar com suplementos manipulados individualmente conforme a sua necessidade, conseguirá a melhor produção de colágeno dentro de seus limites fisiológicos.
Hidratação

Outro ponto importante é a hidratação. Um corpo bem hidratado, tem células bem hidratadas, portanto tomar água de boa qualidade e com quantidades adequadas é essencial.

Resumindo, se você mantém uma dieta baseada fundamentalmente em proteínas de boa qualidade, equilibrando este macronutriente com carboidratos e gorduras, ambos em menor quantidade em relação às proteínas, certamente obterá todo substrato necessário para a produção de colágeno.

No corpo humano, a taxa de rotatividade para colágeno é bastante consistente. Assim, não importa o quanto um aumento da ingestão de proteína ou colágeno, a taxa de produção de colágeno ainda vai ser o mesmo. Este por sua vez, será produzido somente se seu próprio corpo “desejar”. E quem regula esta função no corpo humano é uma série de fatores endógenos, tais como a sua secreção de hormônios como Gh (hormônio do crescimento), testosterona, estrogênio, além do estímulo de seus fatores de crescimentos existentes no seu plasma sanguíneo.

Tratamentos como a injeção periódica de PRP (plasma rico em plaquetas e fatores de crescimento), peelings químicos e a laser, além de o uso crônico de aparelhos de alta frequência, em ordem de importância, são aqueles que também podem ajudar no estímulo à produção de colágeno.



Mas, se você quiser continuar acreditando em coelho da páscoa, continue comprando, acreditando que por ser super ultra hidrolisado e puro, este novo que irá sempre aparecer transcenderá a fisiologia humana, “rasgará” todos os livros médicos de fisiologia e bioquímica humana, e servirá para você. Neste momento, você estará enriquecendo a indústria mentirosa dos milagres.

Suplementação de colágeno para aumentar essa substância no corpo é o mesmo que imaginar que se tomarmos a proteína isolada do soro do leite, ela permanecerá como proteína, ou seja, não adianta nada usar suplementos de colágeno!

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Tratar Manchas na Pele - (Micose)






No meu caso eram umas manchas esbranquiçadas pequenas rugosas,.
Bem! Como me deram esta receita queria partilhar com vocês todos pois para mim foi de muita utilidade.

A receita abaixo já me foi dada há mais de 20 anos. As percentagens têm de ser cumpridas à risca. Deve aplicar-se duas vezes por dia SÓ NA ZONA AFECTADA. Irá ganhar crosta branca, que vai cair e desaparece a mancha, em poucos dias.

-- 50 gramas de álcool puro.
-- 50 gramas de vaselina liquida.
-- 25 gramas de acido silicilico.
Misturar tudo num frasco e passar nas manchas.

Eu (conticasos), na altura, mandei preparar a mistura numa drogaria mas, neste momento, acho melhor mandar fazer numa farmácia.

Conticasos:
"Espero ter ajudado, se quiserem depois deixar opinião agradeço assim como se alguém souber de remédios caseiros, hoje em dia muito úteis, pois não podemos deixar desaparecer, enviem para o meu e-mail para eu publicar. Obrigado."


Um comentário que pode ter sido considerado Spam (pelo blogger) e ter sido eliminado. Ficou na minha caixa de correio mas não publica...

Usei 20 gotas de Butox (usado para animais) no shampoo (mesmo princípio ativo do escabin) e sabonete escabin.
Sumiu tudo: manchas brancas, escuras, amareladas, coceiras, feridas.
Isto depois de dez anos de dermatologistas. Resultado destes dez anos: tratando depressão há 5 anos..... Estou com 60 anos. 
Nem compaixão tiveram de mim.
Boa sorte a todos.
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CANCRO DA MAMA e os Anti-Transpirantes!



CANCRO DA MAMA

O texto que se segue foi-me enviado por email.

Leiam com atenção e avaliem, que vale a pena!

"Há um tempo atrás, fui a um seminário, sobre Cancro da Mama (...).
Perguntei porque razão a zona mais comum para desenvolver tumores cancerígenos no peito é perto da axila. A minha pergunta não pode ser respondida na hora. Esta informação foi-me enviada recentemente.

Informei uma amiga que está a fazer quimioterapia e ela comentou que já tinha esta informação, obtida num grupo de apoio que está a frequentar.

A principal causa de Cancro da Mama é o uso de anti-transpirantes! Sim, ANTI-TRANSPIRANTES.
A maioria dos produtos no mercado são uma combinação de anti-transpirantes/desodorizantes. Vejam bem os rótulos!!
DESODORIZANTE está bem, ANTI-TRANSPIRANTE, não!

A concentração das toxinas provoca a mutação das células: CANCRO..
O corpo humano tem apenas algumas áreas por onde, habitualmente, elimina as toxinas: atrás dos joelhos, atrás das orelhas, a área das virilhas e as axilas.
As toxinas são eliminadas com a transpiração.
Os anti-transpirantes, como seu nome diz, evitam a transpiração; portanto, inibem o corpo de eliminar as toxinas através das axilas. Estas toxinas não desaparecem por artes magicas. Como não saem pelo suor o organismo deposita-as nas glândulas linfáticas que se encontram debaixo dos braços.

A maioria dos tumores cancerígenos do seio, ocorrem neste quadrante superior da área da mama. Precisamente onde se encontram as glândulas.
Nos homens parece ocorrer em menor proporção, mas também não estão isentos de desenvolver Cancro da Mama por causa dos anti-transpirantes. A diferença está no facto de os anti-transpirantes usados pelos homens não serem aplicados directamente sobre a pele; ficam, em grande parte, nos pêlos axiais.

As mulheres que aplicam anti-transpirantes logo após raparem ou Depilarem as axilas, aumentam o risco devido a minúsculas feridas e irritações da pele, que fazem com que os componentes químicos nocivos penetrem mais rapidamente no organismo.

Por favor, passem esta mensagem a todas as pessoas.
O Cancro da Mama está a tornar-se tremendamente comum, e este aviso pode salvar algumas vidas.

Se de alguma forma duvidam desta informação, podem fazer as vossas próprias investigações. Provavelmente vão chegar à mesma conclusão.

FAVOR DIVULGAR A TODAS AS MULHERES, POR TODOS OS MEIOS DISPONÍVEIS.

MSc. GABRIELA CASANOVA LARROSA, Prof. Assistente Dpto. De Biologia Celular e Molecular, Séc Biologia Celular Faculdade de Ciências, Universidade da República Oriental do Uruguay."
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A PROPÓSITO DE PANDEMIAS (II) - Gripe das Aves, Gripe Suína, E Agora o Virus Ébola




O primeiro post ou mensagem a que dei o título: "A propósito de Pandemias!" está publicado AQUI:
Estava-se no ano de 2005 e eu era, nessa época, pouco mais (ou pouco menos) do que "aprendiz de bloguer".
Depois, em Abril de 2006, publiquei ESTE TEXTO "Pandemia ou Paranóia - Gripe das Aves) que fez sucesso no meu blogue "SOCIOCRACIA" tendo provocado mesmo um pico no número de visitantes e que foi mencionado e reproduzindo em muitos outros blogues. Este texto teve origem num editorial da revista espanhola Discovery DSALUD... vale a pena ler...

Depois veio a gripe suína (H1N1) que voltou a dar visibilidade, entre os internautas, a denúncias como esta: A Paranóia da Gripe A, H1N1, Continua que tem data de Novembro de 2009
No mês anterior (Outubro de 2009) eu tinha publicado este outro texto:

ATENÇÃO! Vacina da Gripe A, MATA!


Depois, como isto é sempre a mesma coisa e o meu tempo é escasso (cada vez mais escasso), cansei de escrever sobre estes temas (e outros)...
Porém, tal como aconteceu com o Texto "Pandemia ou Paranóia - Gripe das Aves" que, como já disse, teve origem num editorail da revista espanhola Discovery DSALUD...
e com o texto: "A Paranóia da Gripe A, H1N1, Continua" que teve origem num texto publicado por Teresa Forcades...


também agora me chegou, por email, o texto que publico a seguir, adaptado, acerca da epidemia de Ébola.
Para perceber melhor o tipo de Mundo, dominado por gente infame, criminosa, perversa, em que vivemos, vale a pena ler este texto... e consultar os outros.

O cartel químico-farmacêutico mundial é muito poderoso e simultâneamente muito CRIMINOSO.
Todo o pânico que se está a gerar a nível planetário com o virus Ébola não é mais do que uma manobra, selvagem, assassina, para angariar lucros incalculáveis com mais uma "epidemia" preparada pelo criminoso cartel; lucros que vão direitinhos para offshores.
Os laboratórios químico-farmacêuticos pertencentes a gigantescas empresas multinacionais manipulam "virus" e "bactérias" sem que nenhuma entidade governamental os controle. Isto tem de ser denunciado!!!!!! (nalguns dos textos acima referidos encontra denúncias circunstanciadas desses factos e doutros ainda mais graves, como por exemplo a adição de vírus "activos" às vacinas sazonais, de modo a fazer com que os vacinados adoeçam (eu conheço pessoas que se queixam disso mesmo: de terem adoecido gravemente com gripe depois da vacina)
Mas voltemos ao texto que recebi por email:
O que o infeliz povo da Libéria necessita URGENTEMENTE é de hospitais, escolas, infra-estruturas sanitárias (canalização de água e esgotos) alimentação humana condigna e não toneladas de trigo e milho transgénicos, oriundas dos EUA, e outros venenos que terão os seus efeitos malévolos a muito curto prazo.
Perante a estranha passividade dos principais organismos mundiais como a ONU, OMS e OMC só podemos concluir que estes organismos estão a ser dominados pelas garras assassinas do cartel químico-farmacêutico mundial(!!!!)


Subject: Vírus Ébola
Vírus Ébola: o embuste ...
Por Manuel Pinto Coelho - Jornal Público
Médico, doutorado em Ciências da Educação

Ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial, como se depreende da caricata histeria que vai por esse mundo, por causa da “catástrofe” provocada pelo vírus Ébola.
A imprensa internacional fala de 1229 mortos entre Março e Agosto de 2014. Ora bem, se consultarmos a página da OMS sobre este assunto, veremos que na realidade foram 788 os casos de óbito formalmente identificados como causados pelo vírus Ébola, um número bem inferior aos 1,2 milhões de mortes causadas pela malária (paludismo). O número remanescente limitou-se a traduzir os casos “suspeitos” ou “prováveis”.
As imagens televisivas com que fomos recentemente presenteados, mostrando-nos técnicos de saúde, quais marcianos envergando complexas máscaras junto de doentes suspeitos, são totalmente insensatas e dignas de um mau filme de ficção científica.
É importante saber-se que o vírus Ébola não se transmite com facilidade. Para haver transmissão do vírus é necessário um contacto directo com um líquido biológico do doente, como o sangue, as fezes ou o vómito.
O vírus Ébola é sobretudo perigoso quando mal acompanhado, quando os doentes não recebem os cuidados devidos. Como os doentes infectados morrem de desidratação ou de hemorragias, então o tratamento consiste logicamente na hidratação e/ou transfusão sanguínea, e não na administração de uma qualquer vacina ou hipotético medicamento.
Como a solução contra a epidemia consiste essencialmente em respeitar medidas simples usando o bom senso - higiene, boa nutrição, vitaminas C e D nas doses adequadas - a verdadeira prioridade nos países tocados pelo flagelo, deveria ser criar infra-estruturas de saúde de forma a fornecer aos doentes os cuidados médicos de base.
Seria bom que se soubesse que não há qualquer transmissão por via aérea, ou seja, quando uma pessoa fala ou tosse, não vai espalhar o vírus pelo espaço aéreo circundante.
Assim sendo, ao contrário da ideia com que se fica pela leitura da imprensa, não existe qualquer razão para recear que o vírus Ébola se possa transformar numa pandemia à escala mundial.
Semear o pânico pode ser um negócio muito lucrativo que importa desmontar.

Veja-se o que se passou ainda recentemente (2005) com a “pandemia eminente” da “gripe das aves”. Da "sábia" manipulação da opinião pública, resultou uma totalmente desnecessária vacinação em massa da população com o consequente enriquecimento de alguma indústria farmacêutica por um lado, e o esvaimento dos cofres públicos em muitos milhares de euros para comprar vacinas usadas e… não usadas, por outro lado.
O antiviral “milagre” Tamiflu limitou-se tão-só a reduzir, em um dia, a duração dos sintomas, sem conseguir limitar minimamente as hospitalizações. Explicando melhor: com tamiflu os doentes tinham alta um dia antes...


Os títulos sensacionalistas martelados por alguma imprensa nas últimas semanas não fazem qualquer sentido. Importa que não nos deixemos submergir pela informação viciada e pela mentira.
A reacção totalmente excessiva face a este problema corre o risco de provocar uma catástrofe humanitária de dimensões bem superiores à provocada pelo próprio vírus Ébola. A medida tomada recentemente pelo governo da Serra Leoa, que interditou o acolhimento e os cuidados necessários a estes doentes – única forma de os salvar -, mimoseando com a pena de dois anos de prisão os seus infractores, bem como uma outra tomada pelo governo da Libéria, ordenando aos soldados que atirassem a matar sobre as pessoas que procurassem passar a fronteira como forma de impedir a propagação da epidemia, é inacreditável.


O mito dum passageiro africano infectado pela doença, no avião, que poderia infectar o país europeu onde desembarcasse é da mesma forma totalmente irrealista e traduz uma total ignorância sobre a realidade do vírus Ébola.
À semelhança do que se passou com a “gripe das aves” não importa enviar camiões de vacinas ou medicamentos para África ou para onde quer que seja. Tal servirá unicamente para enriquecer alguns laboratórios farmacêuticos.
A psicose informativa vigente, reprimindo as populações e isolando dezenas de milhares de infelizes criaturas, homens, mulheres e crianças, postos em quarentena na Libéria com medo dum contágio que nunca acontecerá se não houver contacto directo com os líquidos orgânicos do portador da doença, tem de ser urgentemente desmontado e desmascarado, para bem das vítimas e para bem de todos nós, da nossa sanidade e integridade mental, psicológica e espiritual.
Não podemos aceitar (eu diria: não podemos permitir) a reedição dum negócio das arábias à custa da boa fé ingénua e da desinformação do incauto cidadão...
E eu acrescento: semelhante à gripe das aves, à gripe dos porcos... ou à pandemia do “raio que os parta” a todos os abutres malditos.

Pílulas Contraceptivas Assassinas: Yaz, Yasmin e Diane 35...



Todas comercializadas pela Bayer


Notícia 1
Pílulas Yaz e Yasmin suspeitas de causar morte a 23 mulheres
Casos ocorreram no Canadá.
A canadiana Miranda Scott tinha 18 anos e fazia exercício numa elíptica no ginásio da universidade quando caiu no chão e morreu. Miranda foi uma das 23 jovens que desde 2007 morreram, no Canadá, por suspeita de complicações com a toma das pílulas Yaz e Yasmin. A notícia está a ser avançada pela imprensa canadiana que cita documentos do Departamento de Saúde. As pílulas Yaz e Yasmin são duas das mais comuns no mundo. Em Portugal e na Europa, os perigos foram revistos, mas as autoridades concluíram que os benefícios são superiores aos riscos.



A causa das mortes dos casos referidos está relacionada com a formação de coágulos sanguíneos. Em 2011, um estudo da FDA, a agência norte-americana de medicamentos, referia que as pílulas contracetivas Yaz e Yasmin, do laboratório alemão Bayer, pareciam aumentar o risco de coágulos sanguíneos em maior proporção que os contracetivos orais mais antigos. As pílulas são muitas vezes apelidadas de pílulas da nova geração e incluem uma progestina sintética, a drospirenona, que é exclusiva da Bayer.

A autópsia a Miranda Scott, que morreu em 2010, revelou que a jovem sofreu uma embolia pulmonar e uma coagulação intravascular disseminada, reforçando a convição de Chip McClaughry, mãe de Miranda, de que foi a pílula que matou a filha. McClaughry juntou-se às centenas de mulheres canadianas que subscreveram uma ação judicial, já aceite, contra a Bayer que alega que as pílulas aumentam o risco de efeitos secundários, nomeadamente os coágulos sanguíneos.

Nos EUA, a empresa já pagou milhões para resolver milhares de processos. Sobre as revelações no Canadá, a empresa disse à CBC News que continua a defender os seus produtos e que já recorreu da decisão de validação da ação judicial, alegando que não existe matéria de facto para o caso prosseguir na justiça. A Bayer deverá comparecer em Tribunal, em Ontário, no próximo dia 4 de setembro.

Segundo a documentação agora revelada, entre 2007 e fevereiro de 2013, no Canadá, médicos e farmacêuticos reportaram 600 reações adversas e 23 mortes relacionadas com as pílulas Yaz e Yasmin. Mais de metade das vítimas mortais eram mulheres com menos de 26 anos, a mais nova tinha 14 anos. A maioria das mortes ocorreram pouco depois do começo da toma das pílulas, tal como aconteceu com Miranda que tomava o contracetivo oral apenas há um mês.

Os advogados envolvidos nas ações legais afirmam que as mortes causadas podem ser mais, uma vez que muitos clínicos não estão ainda alerta para os perigos das pílulas. Em Portugal, fonte do Infarmed, explica estes efeitos secundários «são há muito conhecidos» pela classe médica. «É preciso ter em conta que as pílulas são tomadas por milhões de mulheres que não sofrem efeitos. Sabe-se, desde há anos, que as pílulas combinadas acarretam um risco muito raro de tromboembolismo venoso e que é preciso avaliar se nos casos referidos a pílula era a adequada», acrescenta.

Esta não é a primeira vez que os perigos das pílulas de 3.ª e de 4.ª geração são associadas a mortes. Em janeiro deste ano, a agência de medicamentos francesa relacionou a pílula Diane 35, também comercializada pela Bayer, a quatro mortes por trombose venosa, depois de uma investigação que começou com a denúncia de uma jovem vítima de um acidente cardiovascular cerebral. A Agência Europeia do Medicamento (EMA) decidiu então rever os dados de segurança dos contraceptivos orais e em Maio concluiu que os benefícios da pílula superam os riscos associados de desenvolvimento de coágulos de sangue.



O Infarmed esclarece ainda que «os contraceptivos orais combinados têm sido alvo de uma monitorização intensiva pelos sistemas de farmacovigilância nacionais, pelo que não existem razões para as mulheres pararem de tomar o seu contracetivo, mas em caso de dúvida, devem discutir este assunto com o médico assistente»
Em Portugal e na Europa, as autoridades concluíram que as pílulas da nova geração têm mais benefícios do que riscos
Notícia 2


A morte de uma jovem de 22 anos poderá estar associada a uma das pílulas mais vendidas em Portugal: a pílula Yasmin, utilizada como contracetivo, mas também para o tratamento de acne. Carolina Tendon morreu subitamente com uma embolia pulmonar.

O caso está a agitar a indústria farmacêutica e a preocupar milhares de mulheres. A família da vítima pondera processar o laboratório que comercializa a Yasmin.

Carolina era dançarina, ao mesmo tempo que se preparava para concluir o último ano de medicina veterinária em Évora. Era saudável, não fumava e não tinha nenhuma doença diagnosticada. Morreu subitamente, com uma embolia pulmonar.

«A minha irmã tinha um excelente relacionamento com a minha mãe. A minha mãe tinha sempre conhecimento de todos os passos que ela dava. E, debaixo deste choque, a minha mãe disse-me “Susana, foi a pílula que matou a carolina”», diz Susana Alves, irmã da jovem.


«Investigámos, procurámos saber mais. Recusámo-nos a aceitar a morte da Carolina como uma morte natural, porque de natural não tem nada. Era saudável, jovem, cheia de vida. Morreu subitamente porquê?», questiona.

A família nunca se conformou com o resultado simplista da autópsia, que confirmava apenas uma morte natural. As respostas chegaram quase um ano depois e eram a confirmação daquilo que há muito suspeitavam: a morte de Carolina podia estar associada à pílula que tomava – a pílula Yasmin, a chamada «pílula da nova geração».

Um documento confidencial a que a TVI teve acesso da unidade de farmacovigilância do Infarmed dá como possível que a morte de Carolina esteja associada a esta pílula. Um documento datado de 3 de dezembro de 2014 diz mesmo:

«A relação causal entre o medicamento suspeito e a reação adversa ao medicamento notificada foi classificada pelo perito clínico como possível, por se tratar de uma reação adversa descrita no resumo das características do medicamento e por ter uma relação temporal bem estabelecida».

«A família tinha conhecimento que a Carolina tomava esta pílula. Começou a tomar cerca de dois anos antes e recorreu a esta pílula como controlo do acne», relata a irmã.

Durante esses dois anos, acrescenta Susana Alves, Carolina não teve qualquer reação adversa «que não fosse comum a qualquer outra pílula»: «Alguns enjoos matinais, quebras de tensão. Nada que nos levasse a pensar que ela corria perigo de vida».

Não é a primeira vez que os perigos das pílulas de terceira e quarta geração estão associadas a mortes. No Canadá, suspeita-se que 23 mulheres tenham morrido depois de tomarem a pílula Yasmin.

Um estudo da agência norte-americana do medicamento, que abrangeu mais de 800 mil mulheres, concluiu que estes medicamentos aumentam o risco de coágulos sanguíneos em maior proporção que os contracetivos orais mais antigos. Não foi por acaso também que a agência do medicamento francesa chegou a suspender outra das pílulas comercializada pela Bayer, a Diane35, também da «nova geração», associada a quatro mortes por trombose venosa.

Só nos últimos quatro anos, foram vendidas em Portugal mais de 8700 mil embalagens de Yasmin, um medicamento que teoricamente obriga a receita médica, mas que em muitos dos casos é vendida livremente em qualquer farmácia.

A TVI tentou ouvir o Infarmed que não mostrou qualquer disponibilidade para dar uma entrevista. Limitando-se a dizer que nenhum medicamento está isento de risco e que no caso da Yasmin foram efetuados estudos europeus que concluíram que os benefícios são maiores que o risco.

Em Portugal há sete casos notificados no sistema de farmacovigilância relacionados com a pílula Yasmin, sendo um deles de morte. Na base de dados de vigilância europeia, só nos últimos quatro anos, há registo de 878 casos, 43 dos quais de morte.

«Está registado na base de dados. E agora? Para mim isso é muito pouco. A minha irmã era demasiado importante para mim para que a morte dela seja um número numa base de dados»




A TVI tentou ouvir também a Bayer, o laboratório que comercializa esta pílula que não mostrou disponibilidade para dar uma entrevista, limitando-se, por mail, a dizer que o perfil de segurança dos contraceptivos está devidamente testado com base em estudos clínicos.


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domingo, 13 de novembro de 2016

OS PERIGOS DO OMEPRAZOL - O REMÉDIO QUE PODE DESTRUIR A SUA SAÚDE!



Muita gente já usou Omeprazol para tratar problemas gástricos, mas acredite: ele é uma verdadeira bomba.

Para você ter ideia, esse remédio é capaz de inibir o ácido gástrico, que é muito importante para o nosso corpo, pois regula a digestão.

O ácido gástrico nos protege de vírus e bactérias, combatendo doenças causadas por intoxicação.

Mas não pense que é só isso!

O omeprazol causa dependência, já que, para o tratamento de gastrite, costuma-se usá-lo várias vezes, até por mais de um ano.

As consequências são terríveis:

- Anemia

- Depressão

- Demência

- Doenças neurológicas

Isso tudo pode ocorrer porque o remédio prejudica a absorção de vitamina B12, que está diretamente relacionada à produção de células vermelhas no sangue.

Com a ausência dessa vitamina, começamos a ter fadiga, estresse e até insônia.

Sabe o que isso significa?

Que Omeprazol pode prejudicar seriamente o sistema nervoso central, afetando completamente nossa saúde.


Além disso, a droga também pode diminuir a absorção de cálcio, levando a fraturas, problemas ósseos e musculares.

Os idosos são as maiores vítimas dos efeitos colaterais desse remédio, muitos até passam a ter problemas respiratórios.

Pesquisadores do Instituto Kaiser Permanente, nos Estados Unidos, publicaram um estudo sobre os perigos do remédio.

Eles observaram 26 mil pacientes por mais de dois anos e outra.

Uma parte desses pacientes consumia Omeprazol; a outra nunca sequer experimentou a droga.

O resultado foi muito preocupante.





Ao comparar os dois grupos, verificou-se que 65% das pessoas que tinham tomado Omeprazol por dois ou mais anos apresentavam um maior risco déficit de vit. B12.

O consumo diário implica um risco de 95% de apresentar carências.

O que fazer?

Claro que você deve seguir o tratamento prescrito por seu médico.

Mas há muitos remédios naturais que podem substituir o Omeprazol.

E todos deviam saber disso.

Um desses remédios naturais que podem substituir Omeprazol é o suco de batata-inglesa.

É bem simples.

Você vai descascar uma batata-inglesa, ralar e depois espremer até sair o leite.

Tome uma colher em jejum ou trinta minutos antes das refeições.

Este suco também pode ser consumido quando a pessoa sentir os incômodos da gastrite, pois alivia imediatamente os sintomas.

Para azia: tomar durante uma semana.

Para gastrite: tomar durante duas semanas.

Para úlcera: tomar durante um mês.


Outro excelente substituto natural de Omeprazol é o chá de espinheira-santa.

Para fazê-lo, você vai precisar de:

1 colher de sobremesa de folhas secas de espinheira-santa

1 xícara (chá) de água

Modo de preparo:

Ferva a água e despeje-a sobre as folhas de espinheira-santa rasgadas em pedaços pequenos.

Abafe a mistura e deixe descansar por alguns minutos.

Depois que amornar, coe o chá e tome em seguida.

Tome uma xícara antes das refeições principais para proteger o aparelho digestivo e evitar a acidez estomacal.

Grávidas devem evitar tomar o chá de espinheira-santa, pois ele provoca contrações no útero, o que pode levar ao aborto.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
http://www.curapelanatureza.com.br/

CONTROLE DIABETES E COLESTEROL EM APENAS 1 SEMANA COM ESTE SURPREENDENTE REMÉDIO CASEIRO!



Sabemos que o diabetes ainda é uma doença de difícil tratamento.

Mas ela pode ser controlada, não temos dúvida.

O diabetes não representa apenas uma ameaça que pode levar à morte.

Ele também é uma condição difícil de se adaptar, já que a alimentação deve ser balanceada e saudável.

Além disso, só quem sofre de diabetes sabe como os sintomas são terríveis.

O segredo é regular o nível de glicose (açúcar) no sangue, já que o pâncreas não consegue produzir insulina suficiente para suprir a necessidade do organismo.

Com a receita que trouxemos neste post, o diabetes é controlado de forma natural.

O tratamento tem feito sucesso e circulado nas redes sociais de pessoas de todo o mundo.

Ele é superfácil.

E, além de ajudar a controlar o diabetes, é ótimo para normalizar o colesterol e eliminar os quilinhos excedentes.

Quer aprender?

Aqui está:



INGREDIENTES

300 gramas de raiz de aipo (salsão) ou de alho-poró

O suco de 6 limões

MODO DE PREPARO

Rale a raiz de aipo ou de alho-poró (depois de bem higienizada) e coloque numa panela.

Em seguida, adicione o suco de seis limões, espremidos na hora, e feche a panela.


Leve para cozinhar em banho-maria e, quando a água da panela interior ferver, reduza o fogo no mínimo possível e deixe cozinhar até reduzir pela metade o conteúdo.

Feito isso, remova a panela interior e só abra a que está com o remédio quando ela esfriar.

Quando esfriar, coloque o medicamento num recipiente de vidro com tampa e leve-o para a geladeira.

Beba uma colher (sopa) pela manhã, ainda em jejum, durante dois meses.

Pode apostar que, depois desta experiência, seu diabetes estará controlado.

Em uma semana, segundo que já tomou, o nível de açúcar no sangue já estará bem reduzido

Porém, claro, é preciso ter uma alimentação saudável.

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2 INCRÍVEIS RECEITAS PARA REDUZIR AS RUGAS E LINHAS FINAS DOS SEIOS E PESCOÇO!



Rugas no pescoço são muito comuns com o passar da idade, já que a pele vai perdendo a elasticidade.  

Embora não possamos eliminá-las totalmente, é possível reduzir os efeitos que a velhice causa no corpo.

E felizmente há muitas alternativas caseiras e naturais capazes de tratar as rugas.

No entanto, antes de aprender qualquer receita, é importante saber como prevenir manchas e marcas de expressão.

Evite, por exemplo, a exposição excessiva ao sol, pois a nosso pele, principalmente a região do pescoço, é bastante delicada.

A boa alimentação também é indispensável.

Então, alimente-se com frutas, verduras e legumes. 

Evite carne vermelha e gordurosa, comidas industrializadas e cheias de açúcar, pois as toxinas acumuladas prejudicam bastante a aparência e a saúde do corpo.

Além disso, para hidratar, consuma mais água e sucos naturais.

Neste post, trouxemos duas receitas muito especiais - e tinham que ser, pois o tratamento para combater rugas no pescoço não é nada fácil.

A primeira trata-se de uma mistura poderosa à base de iogurte natural e levedura de cerveja.

Estamos falando de uma receita realmente milagrosa, capaz de aumentar a produção de colágeno no pescoço, hidratar a pele e reduzir as rugas.

Veja como é simples:

INGREDIENTES

200g de iogurte natural (sem açúcar)




1 colher (sopa) de levedura de cerveja

1 colher (sopa) de germe de trigo

MODO DE PREPARO

Misture bem todos os ingredientes e aplique no pescoço.

Feito isso, deixe agir por 15 minutos.

Passado o tempo, enxágue com água fria.

Repita o procedimento três vezes por semana.

A segunda receita é a da máscara de banana, que também aumenta a produção de colágeno e elasticidade, além de regenerar o tecido.

INGREDIENTES

1 colher (sopa) de água de rosas

1 colher (sopa) de óleo de rosa mosqueta

1 banana madura

MODO DE PREPARO

Misture os ingredientes e aplique no pescoço, deixando agir por 20 minutos.

Feito isso, enxágue com água fresca.

Faça o procedimento três vezes por semana.

As duas receitas também podem ser usadas para renovar a pele da região dos seios também.

IMPORTANTE!

Antes de iniciar o tratamento, aplique uma pequena quantidade na pele e veja se ocorre alguma manifestação alérgica.

Se não acontecer, pode fazer o tratamento com total segurança.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
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Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a
manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação,independentemente de censura ou licença" (inciso IX).